
Tento por vezes não me tornar no que odeio, acontece com frequência, torno-me outro para outros sem me aperceber do que acontece, e sim, arrependo-me. Mas não me arrependo de ter nascido neste mundo, apesar de tudo o que fiz. Recordo coisas das quais eu me arrependo, tal como qualquer outra pessoa, mas ao mesmo tempo sei que foram esses acontecimentos que me tornaram o que hoje sou, não nego que outrora fui uma pessoa melhor, mas também menos consciente do mundo que me rodeia.





Ficam pedaços de pormenores para conhecer, ficam sempre. Feridas que foram ou não reais… foram reais pois! O perceptível não é a única forma da verdade se manifestar em cada corpo, em cada mundo que é cada ser humano.
ResponderEliminarA relação entre os dois fortaleceu-se através do tempo, esta história está a ser contada e ao mesmo tempo não está nada aqui escrito do que ela foi, do que ela é. É uma outra dimensão, algo que não se julga ser possível e não são as palavras bonitas que embelezam a história, ou o relacionamento existente… as vezes nem são precisas palavras. Um toque suave na perna é o suficiente para acordar o outro do seu mundo particular, regressam num instante tão desejado, tão doce.
Agora, ficam os olhares, os sorrisos, as indirectas tão directas, fica a certeza que com mais fluidez ou com mais dificuldade, eles vão estar sempre ali, um para o outro.